A 13ª edição da Fest Fêgo tem início nesta segunda-feira, com o tema “Arte que é da gente”. Durante o festival, alunos da Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo apresentam suas criações artísticas.
O evento conta com uma vasta programação, com encerramento no dia 9 de outubro. A abertura acontece na segunda-feira, às 19h30 na sede da escola e os ingressos solidários será a arrecadação de itens de higiene pessoal básica e alimentos não perecíveis que serão destinados ao Instituto Cidadão.
O Fest Fêgo é a celebração da arte das turmas do básico aos formandos do técnico todos ocupam o palco e apresentam suas criações. A programação conta com os espetáculos da escola, peças convidadas, performances de artistas locais e oficinas. Serão três semanas de um evento gratuito e cujo ingresso é solidário, distribuído uma hora antes das apresentações.
Neste ano o 13° Fest Fêgo celebra a arte popular e reconhece os artistas locais que levam sua arte e inspiração a toda população com suas criações, histórias e manifestações artísticas.
Programação
21/09 – Abertura
Classificação indicativa: Livre Horário: 19h30
Encenação no pátio seguida por um sarau, no teatro da escola.
22/09
Performance: Pétalas – Entre Dança (Coreografia) – Sophia Theodoro – 10 minutos Horário: 19h
“Pétalas” traduz, através da dança, os sentimentos que florescem no coração. Inspirada no amor, na felicidade, na gratidão e na paz, a coreografia traz movimentos que remetem às batidas do coração, representando a intensidade de sentir e a beleza de expressar o que a alma carrega. Cada pétala simboliza uma bailarina e, juntas, representam a união, os sentimentos compartilhados e o fechamento de um ciclo. Um convite para florescer, seguir o coração e deixar a alegria brilhar.
Espetáculo: Epidemia Prata (Técnico 3)
Classificação indicativa: 16 anos
Horário: 19h30
Direção por: Samuel Montemor, Analice Dias e Amanda Barreto
Inspirado em “Epidemia Prata”, da Cia Mungunzá de Teatro, o coletivo CenaTreze estuda uma linguagem épica e fragmentada, atravessada pela estética do crack e do prateado, investiga as marcas da vulnerabilidade urbana e os processos de invisibilidade que atravessam a cidade.
23/09 – Peça convidada: Álbum de família (Núcleo Vértice) – 30 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Horário: 19h30
Espetáculo que discute o tema do abuso infantil a partir do texto de Nelson Rodrigues tem como objetivo conscientização e denúncia.
24/09
Performance: Vivência cultural de Moçambique – Mestre Paizinho – 30 minutos Horário: 19h
Busca transmitir através da dança a importância da cultura como arte de educar, mostrar caminhos e fortalecer a todos em busca dos seus objetivos, fazendo com que cada participante busque dentro de si seus valores, envolvendo ritmos, coordenação, visibilidade e equilíbrio.
Espetáculo: Bailei na Curva, de Júlio Conte (Básico 2)
Classificação indicativa: 12 anos
Horário: 19h30
Direção por: Natasha Curuci
Bailei na curva acompanha a história de um grupo de amigos entre as décadas de 60, 70 e 80 no Brasil. A descoberta da vida e o amadurecimento de Ana, Pedro, Gabriela, Caco, Paulo, Ruth e Luciana se mescla com os acontecimentos políticos, culturais e históricos da nossa história. A ditadura militar, o primeiro beijo, namoros no carro, o movimento hippie, a descoberta da sexualidade, as diferentes ideologias políticas brasileiras, o ingresso na faculdade, as paixões e os medos de cada um são alguns dos principais temas trazidos pela peça.
25/09 – Oficina: Fotografia Artística (Júlio Voltolini) – 2 horas
Classificação indicativa: 12 anos
Horário: 19h30
A fotografia como ferramenta de arte e não apenas de descrição da realidade.
28/09
Performance: Interior – Malu Ciola e Gabriel Amaro (Monólogo) – 6 minutos Horário: 19h
A vida de Alguém se afoga em culpa quando percebe que não pôde impedir o suicídio de uma bela moça, que o cumprimentava todos os dias com os olhos vazios e fúnebres, sem dizer uma só palavra que denunciasse seu profundo sofrimento.
Espetáculo: Ciranda do Villa (Básico 1A)
Classificação indicativa: Livre
Horário: 19h30
Direção por: Denilson Campos
A história começa quando o pequeno e curioso Tuhu, apelido dado a Heitor Villa Lobos em sua infância, se entusiasma para conhecer o mundo. Ao receber a visita da tia Fifina e sua trupe, o menino deseja viajar, mas é impedido pelos pais por ser muito novo. De consolo, Tuhu recebe uma viola de presente de Fifina. Triste, o menino adormece sobre o instrumento e durante o seu sonho parte para uma incessante busca para descobrir a música. Nessa viagem, o menino se depara com figuras do folclore brasileiro, com as culturas regionais e com cantigas populares. Assim, Tuhu ao se inspirar em mitos da cultura brasileira, descobre sua musicalidade, fato que mais tarde se tornou realidade desse grande compositor da música brasileira.
29/09 – Peça convidada: Pequeno Príncipe (Fragmentados) – 35 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Horário: 1930h
Nesta adaptaç
